Arquivo mensal: maio 2014

Material e equipamento para os dinamizadores das saídas

– Lista de contactos dos acompanhantes, das instituições a visitar, das escolas e dos motoristas;

– Apito;

– Ponteiro laser;

– Pequena lanterna com pilhas (para explorar cavidades);

– Colete reflector;

– Triângulos de sinalização (se adequado);

– Caixinha de primeiros socorros (betadine, pinça de pontas fitas, lupa, água oxigenda; pensos rápidos, cotonetes,…)

– Mapas e Guias de campo;

– Suporte com folhas brancas para desenhar ou suporte para escrever e apagar;

– Material extra para marcações que possam ter sido vandalizadas- caneta de acetato;

 

Equipamentos e material idêntico ao que foi recomendado aos acompanhantes;

Equipamento e material eventualmente cedido por organizações externas;

 

Professores do 1.º Ciclo- SAÍDA DE CAMPO AO BOCO- 31 de maio

 

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M.I.- ESTE POST PODE SOFRE ATUALIZAÇÕES ATÉ SEXTA FEIRA PELO QUE CONVÉM CONSULTAREM ESTE MESMO POST AO FINAL DA TARDE DE SEXTA-FEIRA, VÉSPERA DA SAÍDA.

 

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Previsão meterológica para sábado, dia 31 de maio feita a 28 de maio pelas 18:30. (http://www.ipma.pt/pt/index.html)

tempo

Hora de encontro: 8H 25 junto ao portão principal da ESVagos [O percurso até ao Boco onde se desenrolarão as atividades da 3.ª sessão de formação será feito usando os carros particulares, propriedade dos formandos]

Estacionamento na “Quinta da Mónica”, nas imediações da Ponte sobre o Boco:

Distribuição das tarefas a realizar.

Recomendações:

– Carregar na véspera as baterias das máquinas (fotográfica e/ou de filmar e/ou telemóvel) a levar;

– Verificar, na véspera, as previsões meteorológicas para o dia da saída, adequando roupa * e calçado (Não é necessário levar galochas a menos que queiram explorar um pequeno riacho existente num dos percursos) ;

– Levar calçado confortável e roupa confortável e de cores discretas;

– Levar chapéu de sol;

– Aplicar protetor solar antes da saída e durante a mesma se achar necessário;

– Aplicar repelente de insetos (caso seja particularmente alérgico a picadas; levar fenistil);

– Levar no mínimo 1L de água; – Levar comida para “carregar” baterias (peça de fruta, bolachas,…);

– Levar saco para lixo; Material recomendável:

– Máquinas para registo de imagem e/ou som (máquina fotográfica/ filmar/ telemóvel);

– Régua de 15 cm para servir de escala;

– Lapiseira e borracha;

– Bloco de notas;

– Suporte para apoio à exploração das paragens – caso considerem útil;

– Guias de campo (caso os tenham);

– Binóculos (caso possuam);

– Lupa de mão (caso tenham);

N.B.– Se prevêem fazer outras atividades como recolha de solo ou de espécimes deverão levar o material que considerarem adequado a essas mesmas atividades. (Pá, sacos plásticos, elásticos, canetas de acetato, copos de plásticos transparentes,… )

REGRAS A CUMPRIR:

– Ser pontual;

– Preservar e responsabilizar-se pelo material cedido para as atividades entregando-o no final da sessão de trabalho aos formadores;

– Caminhar, com cuidado pela berma da estrada, quando for necessário fazê-lo;

– Fazer os percursos em silêncio e fazer o maior silêncio possível no decurso das atividades;

– Não explorar valas;

– Não sair dos trilhos;

– Colaborar com os elementos do grupo fazendo registos oportunos que facilitem a realização do trabalho final;

– Não fumar;

– Não deitar lixo para o chão;

– Reunir com brevidade ao sinal combinado no ponto encontro previamente definido;

 

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Linha de costa antiga a descoberto após tempestades de 2014 (Inglaterra)

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“As violentas tempestades removeram sedimentos de praias do Reino Unido revelando florestas pré-históricas.

São tocos de carvalhos, faias e pinheiros datando de há 6.000-4.000 anos, que os cientistas têm agora a oportunidade de estudar antes que voltem a submergidos por areia nos próximos meses.

As florestas ancestrais localizam-se em Mount Bay, na costa da Cornualha, e entre Borth e Ynyslas no litoral do País de Gales, e remontam a uma época anterior à subida do nível do mar, que causou o seu desaparecimento debaixo de camadas de turfa, areia e água salgada, revela o The Guardian.

Os cientistas já sabiam da existência destas florestas que viram a luz pela primeira vez em 40 anos, indica por seu lado o The Telegraph, mas só agora foi possível determinar a sua idade através da medição do carbono radioactivo.

A “emersão” deste tipo de relíquias não é fenómeno novo, ocorrendo como resultado da erosão da costa causada por grandes temporais.”

Fotos: LNP/Keith Morris/LNP

Fontes: 
http://naturlink.sapo.pt
http://www.theguardian.com
http://www.telegraph.co.uk

Artigo em:  http://beachcam.sapo.pt/noticias/tempestades-revelam-florestas-pre-historicas-nas-praias/