Arquivo da categoria: 3.ª sESSÃO

Sobrepor imagens /mapas no GE

Consultar tutoriais:

https://support.google.com/earth/answer/148099?hl=pt-BR

(Não testado: https://www.google.com/intl/pt-BR/earth/outreach/tutorials/earthoverlays.HTML)

 

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REGISTOS FOTOGRÁFICOS E VÍDEOS

REGISTOS FOTOGRÁFICOS E VÍDEOS

Recomendações:

Antes da saída:

– O registo fotográfico deve ser assegurado sempre por dois elementos de cada grupo de trabalho. (Distribuam a tarefa antes da saída. Combinem também como vão partilhar as fotos depois da saída. Troquem/verifiquem os emails)

– Liberte memória interna dos equipamentos ou dos cartões, para poder fotografar e fazer registos vídeos (esta operação pode demorar mais de uma hora!);

– Leve cartões sobresselentes com memória suficiente para usar

– Carregue a bateria completamente. Vá gerindo o uso da bateria durante a saída

– Se tiver baterias extra, carregue-as e leve-as consigo, no dia da saída;

– Leve cabos que possa usar, se necessário – carregador para isqueiro, …

– Organize todo o material nos dias anteriores- não deixe tudo para a véspera.

N.B.- Caso a saída seja de vários dias: leve o(s) carregador(es) da bateria(s); cabos multiusos, uma ficha tripla (quando há partilha de quartos em hotéis nem sempre as tomadas existentes são suficientes quando carregar tantos aparelhos)

Durante a saída:

– Fotografe a página do livro de campo correspondente à paragem a que chegar. Isto permite-lhe caso não tenha, sistema de georreferenciação integrada/ funcional, no aparelho, saber onde foram feitos os registos;

– Em cada paragem, faça um registo vídeo panorâmico. Pode fazê-lo no final de cada paragem depois de perceber quais são efectivamente os melhores pontos de interesse. Ou pode optar por fazer logo no inicio para não se esquecer

– Cada fotografia deve ter um elemento de escala. Podem-se tirar-se fotos mais artísticas sem elemento de escala. A presença de elementos de escala naturais podem dispensar o uso de elementos de escala intencionalmente usados como é o caso da presença de postes, casas, carros, humanos,…

– Chiclete, elásticos ou bostik são elementos de fixação muito úteis- leve-os!

– Para alguns registos dá jeito um extensor como os que são usados para tirar selfies – os articulados permitem explorar ângulos interessantes (particularmente útil para explorar em zonas intermarés …). Máquinas à prova de água para zonas intermarés são uma mais valia.

– Capas protectoras impermeabilizantes para câmaras que não sejam estanques são importantes, em condições meteorológicas adversas ou à beira mar.

– Sempre que recolher amostras- identifique-as imediatamente- canetas de acetato e sacos de apanhar coco de anima doméstico são bons equipamentos. É uma boa estratégia tirar uma foto a apanhar o local panorâmico, uma foto afloramento já com escala, outra à amostra com o local onde foi recolhido, facilmente identificável, em fundo.

 

(Sugestões para elementos de escala- uma folha de papel milimétrico plastificada ou dentro de uma mica- para ficar impermeável e ser mais durável, fita métrica extensível, régua de 15 cm, moedas de 50 cêntimos ou de um euro (reconhecimento europeu)

Após a saída:

– Logo que possível partilhe com os seus colegas de grupo as fotografias- mesmo antes de serem tratadas. Pode usar o Googledrive, o Wetransfer ou outro sistema que não compacte muito as imagens.

MATERIAL/ EQUIPAMENTO ÚTIL

(     )- Máquina fotográfica; telemóvel;

(     )- Baterias sobresselentes;

(     )- Capa antisalpicos para a máquina/ telemóvel

(     )- Carregador de bateria

(     )- Cabos multiusos

(     )- Cartões vazios

(     )- Braço extensor articulado

(     )- Ficha tripla

(     )- Régua de 15cm

(     )- Régua extensível

(     )- Elásticos

(     )- Moedas de 50 cêntimos / 1 euro

(     )- Folha de papel milimétrico plastificada

(     )- Bostik

(     )- Georreferenciador e respetivo cabo (equipamento específico para algumas câmaras fotográficas)

(     )-…..

Zona de Sapal

Panfleto digitalizado fornecido pela Prof.ª Dr.ª Rosa Pinho. Como aos colegas do 1.º ciclo não foi disponibilizado nenhuma aqui fica.

DOC006

DOC007

DOC008

DOC009

 

M.I.– Não deixem de explorar o site http://www.biorede.pt/.

Relativamente ao Sapal poderão encontrar preciosa informação complementar em: http://www.biorede.pt/index4.htm

HORTELÃ

Trouxe uma colega da formação para constatarmos as diferenças esquecidas….
<img src=”https://saidaslagunadeaveiro.files.wordpress.com/2014/06/hortelc3a3_-mentha-suaveolens.jpg” alt=”HORTELÃ_ Mentha suaveolens” width=”510″ height=”762″ class=”aligncenter size-full wp-image-1239″ />
Mentha suaveolens

HORTELÃ_

HORTELÃ-COMUM (Mentha spicata)

A Hortelã-comum (Mentha spicata L.), também designada como hortelã-das-hortas, hortelã-verde, hortelã-das-cozinhas, ou simplesmente hortelã, é originária da Ásia, mas é actualmente cultivada em todo o mundo, incluindo Portugal. A semelhança de outras espécies do mesmo género (Mentha), também a hortelã-comum é usada em culinária, como aromatizante em variados pratos, sendo também utilizada em infusões.
FONTE: http://obotanicoaprendiznaterradosespantos.blogspot.pt/2009/05/ervas-aromaticas-hortela-comum-mentha.html